A deficiência androgênica na mulher passou a ser considerada
importante entidade clínica a partir de 2002, quando na Universidade
de Princeton foi realizada uma reunião, que culminou
num consenso que a definiu como uma síndrome constituída por
redução do desejo sexual, diminuição da sensação de bem-estar
ou mudança de humor, fadiga persistente e inexplicável, perda
de massa óssea, redução da força muscular, rarefação dos pelos
e alterações de memória e função cognitiva
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v56n5/v56n5a21.pdf
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v56n5/v56n5a21.pdf
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