Pular para o conteúdo principal

Doenças Oncológicas

Carcinoma Endometrial

Glioblastoma Multiforme Cerebral

Blastoma (do grego, blasto- broto/embrião; -oma tumor) é uma neoplasia (tumor), mais comum em crianças, formado a partir de células precursoras, imaturas e indiferenciadas chamadas (blastocitos)

O glioblastoma multiforme é o tipo de tumor cerebral primário mais comum e mais agressivo em seres humanos. Constituído de células da glia, este tipo de cancro é responsável por 52% de todos os tumores cerebrais parenquimatosos. É mais frequente em adultos entre os 35 e os 70 anos de idade. Não costuma ter um caráter familiar. Depois dos gliomas do tronco cerebral, o glioblastoma multiforme é o que tem pior prognóstico dentre os cânceres do sistema nervoso central, apesar da utilização de diversas modalidades terapêuticas. O prognóstico é ruim, com um tempo de sobrevivência médio de aproximadamente 14 meses.[1]

Tratamento preconizado pela medicina antes da fosfoetanolamina



Sarcomas


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Leiomioma Uterino

Leiomioma do grego: leios =  liso, mios = músculo e oma =  tumor. São tumores benignos do útero. Os leiomiomas podem ocorrer em outras localizações, mas a mais comum é a uterina. Os tumores também são chamados de fibroses uterinas. E podem ser classificados de acordo com sua localização, conforme mostra o esquema abaixo: O mioma submucoso  (CID 10: D25.0) encontra-se logo abaixo do endométrico. É o tipo de mioma que mais apresenta sintomas, principalmente sangramentos, já que há o comprometimento da parede que reveste o útero. O sangramento contínuo de um mioma pode gerar uma anemia. O mioma também pode atrapalhar na fertilidade. O mioma intramural fica dentro da parede do útero O mioma subseroso (CID 10: D25.2) costuma apresentar poucos ou nenhum sintoma devido a estar externo a camada muscular do útero, porém por sua localização ou tamanho pode comprimir estruturas externas, como ureter, bexiga, etc. Ver Tratamento Leiomioma Uterino

Amiodarona

Amiodarona é uma antiarrítmico da classe III Prolonga a duração do potencial de ação e o período refratário em todos os tecidos do coração, por ação direta nos tecidos, sem afetar significativamente o potencial de membrana. Na classificação de Vaughan Williams: antiarrítmico Classe III, com algumas propriedades da Classe I. Absorção: lenta e variável (25 a 55% de uma dose oral). Biotransformação: ampla no fígado (um metabólito ativo); 300 mg de AMIODARONA liberam cerca de 9 mg de iodo. Ação antiarrítmica - início: pode variar de 2 a 3 dias a 2 a 3 meses. Eliminação: biliar. Indicações: