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Enteroviroses (Não Pólio)

Etiologia e forma de transmissão: Geralmente associado aos vírus ECHO ou Coxsackie A e B.
Transmissão fecal-oral ou respiratória.
Grupo etário: Mais freqüente em crianças de
baixa idade.
Quadro Clínico: Período de incubação de 3-6
dias. Apresentação mais comum como uma
doença febril não-específica. Podem ocorrer
manifestações respiratórias (refriado, estomatite,
herpangina, pneumonia), neurológicas
(meningite asséptica) e cutâneas (exantema). O
exantema, discreto, ocorre em 5-50% das
infecções, podendo ser rubeoliforme, escarlatiniforme
ou morbiliforme. Excreção viral pelas
fezes pode persistir por várias semanas após
infecção.
Diagnóstico Laboratorial: Isolamento viral à
partir de amostras de orofaringe colhidas nos
primeiros 5 dias após o aparecimento do
exantema. Este material deve ser mantido a 40C
para garantir a viabilidade viral. Ainda, exame
de neutralização é realizado em sangue colhido
em fase aguda e convalescente.
Prevenção e tratamento: Não há tratamento
específico nem vacina. Orientações para
lavagem de mãos após manipulação de
indivíduo infectado, sobretudo após troca de
fraldas.

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Leiomioma Uterino

Leiomioma do grego: leios =  liso, mios = músculo e oma =  tumor. São tumores benignos do útero. Os leiomiomas podem ocorrer em outras localizações, mas a mais comum é a uterina. Os tumores também são chamados de fibroses uterinas. E podem ser classificados de acordo com sua localização, conforme mostra o esquema abaixo: O mioma submucoso  (CID 10: D25.0) encontra-se logo abaixo do endométrico. É o tipo de mioma que mais apresenta sintomas, principalmente sangramentos, já que há o comprometimento da parede que reveste o útero. O sangramento contínuo de um mioma pode gerar uma anemia. O mioma também pode atrapalhar na fertilidade. O mioma intramural fica dentro da parede do útero O mioma subseroso (CID 10: D25.2) costuma apresentar poucos ou nenhum sintoma devido a estar externo a camada muscular do útero, porém por sua localização ou tamanho pode comprimir estruturas externas, como ureter, bexiga, etc. Ver Tratamento Leiomioma Uterino

Amiodarona

Amiodarona é uma antiarrítmico da classe III Prolonga a duração do potencial de ação e o período refratário em todos os tecidos do coração, por ação direta nos tecidos, sem afetar significativamente o potencial de membrana. Na classificação de Vaughan Williams: antiarrítmico Classe III, com algumas propriedades da Classe I. Absorção: lenta e variável (25 a 55% de uma dose oral). Biotransformação: ampla no fígado (um metabólito ativo); 300 mg de AMIODARONA liberam cerca de 9 mg de iodo. Ação antiarrítmica - início: pode variar de 2 a 3 dias a 2 a 3 meses. Eliminação: biliar. Indicações: